03/07/2010

Felipe Melo é assim

Arte:Luís Carlos Verri

gardenal

-Deus disse:”Faça-se a luz”. Chuck Norris disse:”Peça por favor”. E o Felipe Melo disse: “Calem a boca vocês dois!”

- Felipe Melo gosta de mingau com canela.

- Felipe Melo quando criança não ganhava carrinhos, ele dava

- Felipe Melo depois de ver a cotovelada do Kaká: “Amador…”

- Felipe Melo ligou para o SAC do seu cartão de crédito reclamando da cor. Ele queria o vermelho.

-A gestação do Felipe Melo era de gêmeos, até ele dar um carrinho no outro feto.

- Uma vez deram pro Felipe Melo uma Ferrari, ele disse que não queria porque só gostava de carrinho.

- Uma vez quando era criança, Felipe Melo teve seu sorvete derrubado por algumas crianças… isso foi somente uma vez….

-Após os treinos, alguns jogadores treinam cobranças de faltas, já Felipe Melo treina como cometê-las.

- Felipe Melo aprendeu futebol na escolinha da família Gracie.

- Uma vez Felipe Melo foi jogar JoKenPo com o presidente Lula. Ele tinha uma tesoura, e o Lula, 5 dedos.

- Quando Felipe Melo entra no treino os cones saem correndo.

- O cartão de visitas do Felipe Melo é vermelho.

- O Saci tinha duas pernas, isso antes de jogar futebol com Felipe Melo.

-Felipe Melo joga futebol arte… ARTE MARCIAL!

- Felipe Melo ganhou a primeira chuteira aos 4 anos. Aos 6 conheceu a bola.

- Jack Bauer resolve tudo em 24 horas. Felipe Melo em 24 faltas…

- O Felipe Melo foi expulso do UFC. Disseram que ele era violento demais.

- Felipe Melo não é um “Dunga Jr.”. É um “Dunga Jr. Baiano”.

- Por causa do Felipe Melo, os melhores momentos da Copa vão ser editados pelo Tarantino.

- Milhares de pessoas no mundo deram entrada no hospital após assistir o Felipe Melo em transmissão 3D.

- Roberto Carlos e Wagner Montes já entraram numa dividida com Felipe Melo.

- Felipe Melo não é bom de matemática mas gosta de dividir sem deixar restos.

- O Michael Jackson morto faz muita falta. O Felipe Melo vivo faz mais ainda.

- A lenda da mula sem cabeça começou depois de um pé alto de Felipe Melo.

- Felipe Melo é o único jogador que você encontra no FIFA 2010, no Winning Eleven e no Mortal Kombat.

Por Juca Kfouri às 06:49

22/06/2010

Iron Maiden: "Aces High" em versão tocada na Vuvuzela!



Não se fala de outra coisa, estamos em época de Copa do Mundo, que este ano acontece na África do Sul. As palavras "Jabulani" e "Vuvuzela" estão na boca do povo, não só no Brasil mas em todo o planeta! Foi nesse contexto que o perfil oficial do Iron Maiden no Twitter lançou o seguinte desafio:

"@IronMaidenFC No espírito da Copa do Mundo, gostaríamos de ouvir 'The Trooper' tocada na Vuvuzela. Alguém pode postar um vídeo?"

E não demorou muito para o primeiro registro de uma música do Iron Maiden com a Vuvuzela aparecer! Um grupo de torcedores brasileiros postou no Youtube um vídeo da clássica "Aces High" tocada com o barulhento instrumento dos torcedores da África do Sul.

As Vuvuzelas ganharam forte exposição na mídia devido à Copa do Mundo realizada na África do Sul. A origem do nome é controversa. Pode provir do Zulu "fazer barulho", a partir da "vuvu" som que faz, ou de gírias locais relacionadas à palavra "chuveiro." A vuvuzela tem sido alvo de controvérsia devido a possibilididade de o instrumento causar danos auditivos graves e permanentes. Confira abaixo o vídeo de "Aces High" na Vuvuzela!

29/05/2010

Uma Kombi de encher os olhos



(Chéri à Paris, por Daniel Cariello)
Essa aconteceu com um amigo meu que morou em Paris muitos anos atrás, e agora acabou de voltar pra cidade-luz. A história se passou nos anos 80, durante a primeira temporada dele na capital francesa.
Seu pai, riponga na década anterior, era o feliz proprietário de uma Kombi verde por fora e, se bem me lembro do relato, laranja por dentro. Qualquer coisa de impensável nos caretas dias de hoje, mas perfeitamente normal pra psicodélica geração Woodstock.
Após milhares de quilômetros rodados e muita fumaça (de carburador!, de carburador!) queimada, o sujeito decidiu separar-se do veículo, que havia se tornado um trambolho no complicado trânsito parisiense. Com dor no coração, colocou um anúncio nos classificados do jornal. Tratou de ser minucioso e sentimental na descrição. Afinal, não era apenas um carro, era uma relíquia, um verdadeiro relato ambulante de uma passada época de sonhos.
Atraídos pela imperdível oportunidade, os interessados não tardaram a ligar. Alguns barganhavam, outros queriam marcar visita para conhecer aquela suposta maravilha, e havia ainda os que pediam detalhes específicos sobre a mecânica, o consumo e tudo o que todo mundo quer saber na hora de comprar um carro de segunda mão, mesmo que muitas vezes nem saiba o que está perguntando.
Ali pelo fim do dia o telefone soa mais uma vez. A voz confiante do outro lado não deixou dúvidas de que o negócio estava fechado.
- Passo aí amanhã pra buscá-lo.
- Não quer nem ver antes?
- Não. Ele é meu.
A euforia pela venda praticamente decidida, somada à tristeza pela iminente despedida de um objeto que certamente deixaria saudades, não durou muito tempo. Alguns minutos depois, o aparelho toca novamente.
- Escuta aqui. Quem você pensa que é, hein?
O vendedor e pai do meu amigo não entendeu tchongas.
- Hã?
A voz brava continuou.
- Bancando o espertinho pra cima do meu filho, né? Querendo vender um carro para um rapaz cego. Não tem vergonha não? O que ele faria com uma kombi, se não pode dirigir?
- Desculpa. Mas, veja bem, como podia saber que ele era cego?
- Pois ele é.
- Sinto muito pelo transtorno e por ele também, que sem a compra vai ficar a ver navios.
- O quê? Tá de gozação com a minha cara?
- Não, eu disse que ele não vai ficar a ver navios. Ou melhor, vai ficar a não ver navios. Quer dizer, vai navegar a ficar vendo…
O cidadão desligou na cara, bufando. Menos de um minuto depois, a campainha do telefone é ouvida de novo.
- Olha só, aqui é o cego. E sou eu quem decido o que quero comprar ou não. Dinheiro eu tenho. Você quer vender o carro ou não quer?
- Quero, claro.
- Então vou passar com um amigo amanhã de manhã pra pegar.
- Tá bom. E sei que não é meu problema, mas abre o olho com o seu pai, viu?
- Hã?
- Ops, nada.
Na manhã seguinte, o comprador e o seu colega batem à porta da casa. De fato, o sujeito não enxergava absolutamente nada, mas estava determinado a fechar o negócio. Tateou a lataria da kombi, sentiu o VW da frente, acariciou os faróis, chutou os pneus, alisou os vidros, apalpou os bancos de couro, sentou na posição do motorista, virou o volante para os dois lados, pisou nos pedais, encaixou uma ou duas marchas, girou a chave, apertou a buzina, ligou o rádio e desceu do carro mais do que satisfeito.
- É perfeito!
Guardando no bolso o cheque pelo pagamento, o pai do meu amigo dirigiu-se ao acompanhante do cego.
- É você quem vai dirigir, né?
O cara não falou nada.
- Ei, perguntei se é você quem vai dirigir o carro.
Continuou sem resposta, até o cego intervir.
- Você está perdendo seu tempo, ele é surdo e mudo.
E os dois montaram na kombi verde felizes da vida, levando adiante o destino psicodélico daquele veículo.

16/05/2010

Ronnie James Dio: vocalista morre aos 67 anos


Wendy Dio, esposa e manager de Ronnie James Dio (DIO, HEAVEN & HELL, Black Sabbath, RAINBOW), enviou o seguinte comunicado ao BLABBERMOUTH. NET.

“Hoje meu coração se despedaçou, Ronnie faleceu às 7:45 da manhã de hoje, domingo, 16 de maio de 2010. Muitos, muitos amigos e familiares puderam estar presente para se despedir antes que ele partisse.

Ronnie sabia o quanto todos o amavam.

Agradecemos o amor e apoio que vocês nos deram.

Por favor, nos dêem alguns dias de privacidade para lidarmos com esta terrível perda.

Por favor, saibam que ele amava a todos e sua música viverá para sempre".
Há apenas um mês atrás Dio, 67, falou sobre sua batalha contra o câncer com a Artisan News Service no tapete "negro" do Revolver Golden Gods Awards, em 08 de abril no Club Nokia, no centro de Los Angeles. Quando perguntado sobre como ele estava se sentindo desde que ele foi diagnosticado com a doença no ano passado, Dio disse:

"Bem, eu me sinto bem e mal às vezes. É um processo longo. Quimioterapia é .. eu nem imaginava o quão difícil é essa coisa. É um verdadeiro efeito cumulativo - quanto mais você tem, mais ele se acumula e você leva mais tempo e mais tempo para superar isso. É muito difícil me alimentar. Eu não gosto de comer de qualquer jeito, então eu acho que está OK. Mas eu sei que tenho que fazer. Mas isso é muito, muito difícil. Mas se você está determinado a vencer, então você tem que ir com o que você acredita que vai dar certo para você, e neste caso é isso. Vou para um grande hospital em Houston chamado Anderson MD, que eu acho que é o melhor hospital do mundo. Eu tenho o melhor médico do mundo, Dr. Ajani, em quem eu confio muito e realmente acredito, por isso acho que fiz as coisas certas. Faz-me sentir positivo sobre a minha vida e na certeza que há muito mais do que viver ".

No início deste mês, o HEAVEN & HELL cancelou seus planos de turnê de verão na Europa, devido ao tratamento de Dio para câncer de estômago. A banda afirmou em comunicado que Dio não estava "suficientemente bem para turnê neste verão. Esperamos que todos compreendam e queremos agradecer os fãs e colegas da indústria pelo seu contínuo apoio neste momento."

Ronnie James Dio fez parte do ELF, RAINBOW, Black Sabbath, e DIO, sua própria banda. Outros projetos musicais incluíram o "Hear 'n Aid", um projeto coletivo beneficente. Ele era amplamente reconhecido como um dos cantores mais poderosos do heavy metal, conhecido por sua voz poderosa e consistente e por popularizar o gesto de "chifres do diabo" com a mão na cultura metal.

Mais recentemente, esteve envolvido com o HEAVEN & HELL, um projeto que incluiu também o ex-companheiros do Black Sabbath, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice. O primeiro e único album do grupo, "The Devil You Know", foi lançado em 28 de abril de 2009.

R.I.P. Dio… :-(

Fonte: http://whiplash.net/materias/news_863/107949-dio.html

14/04/2010

Sam e Duda em estúdio

Que Duda toca divinamente, todo mundo já sabe. Agora Sam está seguindo os passos dele, só que na batera! Ele está tendo aulas há um mês no Conservatório Estadual, aqui em Ituiutaba e já está arrasando!!!! Pelo menos na minha opinião de pai babão e metaleiro, huahuahuahua.

Esse videozinho foi feito em um estúdio em Recife. A qualidade não é lá essas coisas porque foi feito com o celular, mas dá pra ver a virtuose do meu garoto, kkkkkkkkk. Dá uma sacada:


11/03/2010

Um machado para quebrar o mar de gelo dentro dos homens


Kafka e os livros

Numa carta a Oscar Pollak, em 1904, o escritor Franz Kafka, disse – a meu ver – algo definitivo sobre os livros e o ato da leitura. A seguir, um trecho dessa carta:

“Acho que só devemos ler a espécie de livros que nos ferem e trespassam. Se o livro que estamos lendo não nos acorda com uma pancada na cabeça, por que o estamos lendo? Porque nos faz felizes, como você escreve? Bom Deus, seríamos felizes precisamente se não tivéssemos livros e a espécie de livros que nos torna felizes é a espécie de livros que escreveríamos se a isso fôssemos obrigados. Mas nós precisamos de livros que nos afetam como um desastre, que nos magoam profundamente, como a morte de alguém a quem amávamos mais do que a nós mesmos, como ser banido para uma floresta longe de todos. Um livro tem que ser como um machado para quebrar o mar de gelo que há dentro de nós. É nisso que eu creio.”

Foto: Kafka em 1917.

08/03/2010

O DESAFIO DO PRIMEIRO TRABALHO ACADÊMICO

Do meu amigo/irmão Balu

O DESAFIO DO PRIMEIRO TRABALHO ACADÊMICO >> Maurício Cintrão

Voltar a pesquisar com o compromisso do registro acadêmico é muito diferente do escrever jornalístico. A afirmação parece óbvia, mas só parece. Muitas pessoas olharam para mim com espanto quando eu disse que estava com dificuldades para escrever a reflexão-síntese entregue no último sábado.

No geral, a expressão era de “justo você com problemas em texto?”. É como se a intimidade com a escrita resolvesse qualquer desafio de texto por escrever. No mundo real não é assim. Dependendo da modalidade, o texto é um parto sem anestesia. Há situações em que o neném só sai a fórceps, porque não dá mais tempo para a cesariana.

O texto ao qual me refiro era um “dever de casa” sobre a disciplina “Legislação e Culturas Populares”, um dos módulos do meu pós-graduação em Cultura Popular Brasileira. O resultado ficou interessante, bem diferente do que eu desejava, mas melhor do que eu temia. Vamos aguardar a avaliação do professor, que vai dar prumo para essa prosa. Mas fiquei feliz por ter conseguido entregar no prazo.

Também fiquei contente porque comecei a desenferrujar o raciocínio. Isso é muito importante, especialmente nestes tempos de embotamento da memória e da capacidade de refletir. Seja pela falta de exercício, seja pelos efeitos da idade, eu andava meio lento, feito TV a válvula.


Para quem não conheceu, o televisor à válvula dos primórdios da TV demorava um bocado para ligar (precisava “esquentar”) e apresentava toda a sorte de problemas. A imagem desestabilizava com frequência.

Para assegurar a qualidade da recepção do sinal da TV era preciso usar botões que controlavam “Vertical” e “Horizontal” no aparelho. É difícil explicar isso nos tempos em que se assiste TV no telefone celular, mas era como se a imagem vestisse pijama de vez em quando e ficasse com soluços, pulando. Um horror. Tudo branco e preto, aliás.

Não estou tão mal assim. Pelo menos sou colorido. Mas a capacidade de lembrar é prejudicada feito sinal de TV antiga. Na medida em que o tempo passa, parece que os lapsos tornam-se mais comuns. Será que é só falta de prática? Não sei, vou colocar essa tese à prova daqui para a frente, com a infinidade de artigos, apostilas, livros e documentos a ler, analisar, assinalar e citar em meus próximos textos.

O fato é que passei por grandes apuros para redigir o primeiro texto acadêmico e isso eu não vou esquecer. Feito o sutiã da adolescente na propaganda do passado*, o primeiro desafio acadêmico a gente nunca esquece.

(*) filme comercial de TV criado em 1987 pela então W/GGK, depois W/Brasil, do publicitário Washington Olivetto para o fabricante de sutiãs Valisére. É um dos comerciais com o mais alto índice de lembrança entre telespectadores da época, até entre velhinhos como eu (rs).

Para saber mais, vale ler a monografia “Uma análise dos recursos persuasivos do comercial: ‘o primeiro sutiã’ da empresa Valisère”, de autoria de CINTI, Paulo; FONTANEZZIi, Renata M. M. e VIEIRA, Lucas M., localizado em 08/03/2010 no sítio http://www.facef.br/rec/ed01/ed01_art04.pdf

02/03/2010

Kiss: vídeo da participação no "Extreme Makeover"

O episódio Kiss do "Extreme Makeover: Home Edition" foi ao ar no último domingo, 21 de fevereiro, na ABC-TV (aqui passa no Discovery Home & Health). A aparição da banda no programa pode ser vista abaixo.

No espírito do Kiss Army, quando o famoso programa da ABC "Extreme Makeover: Home Edition" contou ao legendários roqueiros do Kiss sobre uma família de fãs necessitados em Gainesville, Florida, que começaram uma escola de música em casa sem fins lucrativos enquanto sua própria casa caía aos pedaços, a banda atendeu ao chamado e lançou o ataque durante sua parada em Tulsa na Turnê Norte-americana KISS/Alive 35.

Tobin e Jill Wagstaff, um casal com quatro filhos, operam o Studio Percussion, uma escola que atualmente atende cerca de 200 pessoas, a metade recebe ajuda financeira ou uma bolsa de estudos integral. A escola sem fins lucrativos só tem condições de pagar um salário a Tobin, de 29 anos, então Jill, 32, ainda tem que trabalhar como educadora em uma pré-escola para ajudar a pagar as contas.

A devoção absoluta à família, escola e comunidade, deixa pouco tempo e ainda menos recursos para cuidar da casa, que precisava de reforma urgente. Os pisos e telhados estavam completamente podres e todo o sistema elétrico da casa era defeituoso.

Em apenas sete dias, o time do "Extreme Makeover: Home Edition" liderado por Ty Pennington, a equipe, e a comunidade de Gainesville reconstruiram a casa, enquanto o programa enviou a família à férias surpresa no estilo Rock and Roll.

A família Wagstaff, que é grande fã do Kiss, vôou até Tulsa, Oklahoma, para encontrar a banda, que tocou no BOK Center em Tulsa, no dia 8 de dezembro, como parte da turnê norte-americana KISS/Alive 35 tour, promovendo o "Sonic Boom", o primeiro álbum da banda em 11 anos.

Na manhã seguinte, o Kiss e a família Wagstaff se encontraram na Wilson Middle School em Tulsa. Gibson e Mr. Holland's Opus Foundation presentearam a escola da família Wagstaff com $100.000 em instrumentos Gibson, e a própria escola foi reformada. Alguns dos estudantes de Tulsa até mesmo fizeram a famosa maquiagem do Kiss para mostrar seu apoio.