Que Sam gosta de ler, todo mundo já sabe. De novidade só o interesse mais específico por literatura. Dia desses, tia Fátima (a professora de literatura dele) pediu a cada um dos alunos para dizer qual a importância da leitura. Sam disse:
- Não tenho palavras para demonstrar o quanto eu gosto de leitura.
A tia Fátima disse que a definição fora perfeita.
Depois eu que sou o babão
25/02/2010
24/02/2010
Petkovic desmonta preconceito "global"
O jogador Petkovick defende o socialismo da antiga Iugoslávia e responde a altura a Ana Maria Braga:
"Quando nasci não tinha dificuldade nenhuma. Era um país maravilha, vivíamos um regime socialista, todo mundo bem, todos tinham salário, todos tinham emprego, os problemas aconteceram depois dos anos 80 (devido a guerra separatista)"
Fonte: Diário Gauche
23/02/2010
A grande Joan Baez
Coisa difícil para o intérprete é não desafinar. Todos desafinam. Todos. Todas. Menos Joan Baez. Aqui, a interpretação afinadíssima de Brothers In Arms (clássico da banda Dire Straits), uma raridade.
"Chupado" de http://diariogauche.blogspot.com/
21/01/2010
Pirataria 2.0
Você não paga pelo produto original, mas vai pagar pelo download ilegal. É a lei do mercado aplicada à risca pela indústria e pelos piratas.
Passados dez anos do emblemático caso Napster vs Metallica, a indústria de entretenimento mirou onde viu e acertou onde não viu.
Pirataria 2.0 é quando você não se importa mais em pagar para ter acesso privilegiado (e ilegal) a todo tipo de conteúdo: filmes, música, pornografia, seriados, desenho animado, livros.
Conteúdo que até agora você sempre teve de graça. E em apenas uma fração de minuto pela conexão banda larga.
É extensa a lista dos sites que foram fechados e das tecnologias que desapareceram nesse intervalo de tempo. O golpe de misericórdia veio agora, final de 2009.
Após uma longa jornada de batalhas judiciais, conseguiram fechar ou intimidar sites outrora considerados imunes à perseguição. Caso do Demonoid, Mininova e The Pirate Bay, por exemplo.
Sobrou pouco. Alternativas menores e menos populares continuam disponíveis enquanto brigam judicialmente, fazendo com que advogados repensem uma série de princípios das relações comerciais e diplomáticas entre países.
Quem acompanha de perto o cenário tem até medo de ser processado ou perseguido por baixar arquivos da internet. Os precedentes são numerosos e a paranóia da indústria parece não ter limites.
Hoje temos provedores abrindo a conta de usuários “sob suspeição”. Temos operadoras sendo coagidas a capear a velocidade de conexão quando detectam o uso de protocolos para compartilhamento descentralizado, como torrent ou peer-to-peer (P2P).
Ocorre que nem sempre há coerção. Porque não há sequer uma mínima regulação sobre o assunto. Aqui no Brasil a gente sabe como, quando, onde e quem faz isso. Operadoras chegam a capear, limitar ou bloquear até mesmo conexões VoIP para você desistir de fazer ligações interurbanas (DDD) usando o Skype.
E não fazem a menor questão de especificar esse “recurso” em contrato. Aquele mesmo contrato que você assina sem ler. É todo o respaldo jurídico de que precisam. Sem um marco regulatório claro, não estão exatamente cometendo uma ilegalidade.
Aqui o jogo começa a esquentar. Há exatos dez anos se fala em neutralidade de rede (net neutrality) e o conceito nunca deixou de ser exatamente isto: um conceito.
São centenas de teses de doutorado, estudos técnicos e extensos relatórios sobre a neutralidade de rede. Pode fazer o download desses documentos, não é pirataria.
Na prática, neutralidade de rede nunca saiu do papel. É uma regulação que só interessa ao consumidor, não interessa a nenhuma indústria.
Com tanta dedicação a coibir o uso de redes compartilhadas, a indústria não levou em conta que a falta de marcos regulatórios vale para todos.
E criou um monstro sem querer.
A pirataria depois de amanhã
É óbvio que a pirataria organizada (em alusão proposital ao crime organizado) iria achar solução. Sempre achou. E não tem nada de Sun Tzu.
Você vai pagar, mas não será para as detentoras das marcas ou dos direitos autorais. Não vai pagar pelo produto legalizado. Você vai pagar para fazer o download do conteúdo pirateado mesmo, por meio de redes particulares ou hubs criptografados que vão indexar e hospedar todo esse material. Como se fosse o cofre de uma conta bancária na Suíça ou o papel moeda das Ilhas Cayman.
Pirataria 2.0 já começou. E estão usando as mesmas armas da indústria.
A função do camelô da 25 de março em São Paulo ou do atravessador da Feira dos Importados em Brasília continuará a mesma. Só que além de vender jogos piratas do Playstation e o novo Windows, você também vai comprar uma senha para ter acesso a uma rede privada, anônima, criptografada. Uma rede própria da “loja” ou de um pool de piratas organizados.
Ele pode lhe vender um pendrive com o acesso que você precisa. Ou simplesmente escrever num papelzinho o endereço HTTPS e lhe vender só a senha. Até a sua bisavó vai saber digitar no Firefox. Mais fácil, impossível.
Neste exato momento, há um custo de manutenção sendo pago por um número mínimo de pessoas ao redor do mundo. Essas redes trabalham com criptografia, com transferências seguras via SSL por FTP e até mesmo usando pontos de presença móveis.
Várias delas usam os mesmos protocolos e certificações usados pelos sites de comércio eletrônico para garantir a privacidade e segurança do seu cartão de crédito.
A idéia nem é nova, está presente no submundo da internet há bastante tempo. Só nunca teve aceitação popular, nunca se popularizou como está sendo agora. Via de regra porque todo esse mundo de conteúdo ilegal ainda pode ser encontrado de graça, sem pagar nada.
Mas esses dias estão contados.
Até pouco tempo atrás, pensar em pagar por uma espécie de Napster privativo parecia loucura. Todos que tentaram (inclusive o próprio Napster) falharam.
Acontece que todos tentaram com conteúdo específico (nicho) e material legalizado (direitos autorais), um verdadeiro entrave se consideramos todas as amarras comerciais e jurídicas do processo. É o exato oposto das redes de compartilhamento que conhecemos até hoje e por onde transitam os terabytes de conteúdo ilegal a cada minuto.
Esse período de agora vai ficar marcado como o fim de uma rede de sistemas e protocolos baseada no compartilhamento de arquivos ilegais.
De agora em diante, quem antes compartilhava vai oferecer os mesmos arquivos ilegais, pela internet, do mesmo jeito. Só que por um preço. E muita gente já quer e vai querer pagar, pela facilidade e comodidade.
O embrião da Pirataria 2.0 está com grupos profissionais de piratas e contas pagas em serviços como o Rapidshare, um dos redutos o qual a indústria ainda não conseguiu – e nem vai conseguir – interromper. Sabe por quê?
Porque aqui não é a lei da selva que predomina, onde apenas o mais forte sobrevive. A indústria sempre foi e sempre será um grão de areia frente às possibilidades das redes telemáticas.
Trata-se simplesmente da boa e velha lei de mercado. Onde houver demanda, haverá oferta. Nunca deixou de ser assim. Se fechar uma porta aqui, ali na frente abrem duas.
Sites como Rapidshare ainda precisam de indexadores, no sentido de você saber o link exato ou onde encontrá-los. Ainda precisam de atravessadores, digamos assim.
Além de voltar a usar HTTP em redes privadas, a Pirataria 2.0 começa a adotar protocolos que perderam popularidade com o passar do tempo, como o FTP e a Usenet. Estão voltando a abolir a necessidade de indexadores. Só quem vai saber é quem for sócio.
É assim que funciona quase todas as redes de pedofilia, detalhadas ao extremo em relatórios produzidos pelas polícias internacionais e pelas instâncias jurídicas de todos os países.
Todo mundo sabe como funciona, mas ninguém consegue fechá-las. Por que? Pergunte a qualquer juíz se existe luz no fim do túnel.
As redes privadas e criptografadas da pirataria 2.0 vão funcionar quase como uma aldeia indígena no Brasil. Mesmo que haja suspeita de atos ilícitos lá dentro, ninguém entra sem uma autorização expressa da Funai.
Acontece que no ciberespaço não existe Funai. Os diversos órgãos regulatórios funcionam de direito, não funcionam de fato. Porque nunca foi interesse do mercado, não é interessante criar marcos regulatórios para o mercado.
Exceção à regra são alguns poucos países da União Européia, onde a cultura regulatória socialmente direcionada está mais presente. Não à toa, são os mesmos países criticados e combatidos pelas maiores corporações. Pensou na briga judicial Microsoft vs UE? Pois é. E ela é apenas uma.
Olhe para as agências reguladoras no Brasil (Anatel, Aneel e outras quitandas) e tire sua própria conclusão. Não ache que em outros países é muito diferente. A maioria dos órgãos com competências similares são meros mostruários de boas intenções sem a menor aplicabilidade.
Sobre a pirataria de hoje
Se a boa intenção é conter a pirataria de software e conteúdo ilegal, é preciso deixar bem claro: só existem dois fatos concretos, o resto é opinião e ideologia:
1) Pirataria (ainda) é crime e sites indexadores de torrent são, sim, uma fonte irrestrita de pirataria. É pueril adotar o argumento de que esses sites não hospedam os arquivos, mas apenas apontam o caminho de onde estão; logo, não poderiam ser incriminados.
2) Partindo da premissa 1, se indicar o caminho para conteúdo ilegal vai passar a ser configurado juridicamente como oferta de conteúdo ilegal, então é preciso fechar toda a internet. A começar pelo Google.
Pelo Google eu encontro qualquer torrent. Pelo Google e por qualquer outro mecanismo de busca, eu encontro redes públicas e privadas de pedofilia, remédios falsificados para comprar, contato de grupos de extermínio ou posso simplesmente achar linhas de código que me permitam descobrir senhas de terceiros.
Vamos fechar o Google? Vamos exigir uma autorização especial para usar internet, tipo uma licença de uso ou carteira de motorista?
Enquanto não houver regulações claras sobre a atuação das corporações e fiscalizações peremptórias por parte dos órgãos regulatórios, a lei do mercado sempre vai prevalecer.
E isso não é necessariamente ruim. É quando entra a ideologia de cada um. A lei de mercado sempre foi o desejo da indústria, para defender “os interesses dos artistas” (copyright) e “combater o tráfico de drogas” (o discurso atual). Sem esse desejo incontrolável e tão perseguido, não teríamos a Pirataria 2.0 que surge no horizonte.
Porque agora os interesses são mútuos.
26/11/2009
Sonho de Consumo

Ah, eu com um cartão desses na mão!
Já fiz até uma lista de compras:
- 50 cuecas em cores sortidas
- 75 camisinhas sabor tutifruti
- 5 cargas de rapadura
- 35 tapiocas
- 20 tapiocas com côco
- 100 Kg de jabá
- 1 carrada de farinha
- 1 Fusca 64 motor 1200
- 5 galões de cachaça da Serra Grande
- 1 Deputado
- 10 barras de sabão
- 1 par de sandália de rabicho
- 1 casal de jegue
- 1 ratoeira
Chupado do Blog do Falcão
15/11/2009
A TEORIA DA CEGONHA (REVISADA)
Esse é o problema quando você tem filho... De tempos em tempos recebo uma série de e-mails e piadinhas falando de relacionamento pais e filhos. A maioria deles metidos a engraçadinhos.
Esse foi o último que recebi, com uma atualização da história de como nascem os bebês.
Então, se você tem filho pequeno, assim como eu, esteja preparado para o dia que les perguntarem como nasceram!
- Pai, como é que eu nasci?
- Muito bem, tínhamos de ter essa conversa um dia... O que aconteceu foi o seguinte: eu e sua mãe nos conhecemos e nos encontramos num CHAT desses da WEB, que existem para conversar. O papai marcou um INTERFACE com a mamãe num CYBERCAFE e acabamos PLUGADOS no banheiro dele. A seguir, a mamãe fez uns DOWNLOADS no JOYSTICK do papai e, quando estava tudo pronto para a TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVO, descobrimos que não havia qualquer tipo de FIREWALL conosco Como era tarde demais para dar o ESC, papai acabou fazendo o UPLOAD de qualquer jeito com a mamãe e, nove meses depois... Apareceu você: o VÍRUS!'
Esse foi o último que recebi, com uma atualização da história de como nascem os bebês.
Então, se você tem filho pequeno, assim como eu, esteja preparado para o dia que les perguntarem como nasceram!
- Pai, como é que eu nasci?
- Muito bem, tínhamos de ter essa conversa um dia... O que aconteceu foi o seguinte: eu e sua mãe nos conhecemos e nos encontramos num CHAT desses da WEB, que existem para conversar. O papai marcou um INTERFACE com a mamãe num CYBERCAFE e acabamos PLUGADOS no banheiro dele. A seguir, a mamãe fez uns DOWNLOADS no JOYSTICK do papai e, quando estava tudo pronto para a TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVO, descobrimos que não havia qualquer tipo de FIREWALL conosco Como era tarde demais para dar o ESC, papai acabou fazendo o UPLOAD de qualquer jeito com a mamãe e, nove meses depois... Apareceu você: o VÍRUS!'
18/08/2009
Veja 40 produtos, hábitos e serviços que estão morrendo ou já morreram
JR Raphael, PC World/EUA
14-08-2009
São itens que fazem parte da vida diária das pessoas e que, aos poucos, são substituídos por outros. Que também vão perecer.
Quando estiver lendo essa matéria, a internet poderá estar obsoleta. Ok, talvez seja exagero, mas nunca se sabe. Com a veloz evolução da tecnologia, ninguém consegue prever com certeza o que poderá ocorrer em seguida. Porém, o ciclo da vida tecnológica continua: enquanto um novo produto high-tech é lançado, algum outro produto vai sendo eliminado - é a lei da selva.
Algumas vezes a perda é uma boa coisa – afinal, quem ainda gosta de imagens na TV com ruídos? – mas antigamente a despedida trazia sentimentos ruins. Para isso fizemos uma lista com 40 itens, sentre serviços e produtos, que estão rapidamente se aproximando da extinção. Alguns inclusive já nem existem mais.
1. Jogar videogame em um Fliperama
Uma das atividades favoritas dos geeks espalhados pelo mundo era jogar fliperama, que começou a decair em meados da década de 1990.
Algumas máquinas de fliperama sobreviveram, mas as antigas competições e a intensa busca por esses jogos já não existem mais.
E é fácil entender o porquê: o avanço dos sistemas de jogos permitiu que você vivesse a mesma ação do fliperama em casa.
2. Capacidade do disco rígido
Com drives com espaço de armazenamento atingindo os terabytes, ter um dispositivo desse que excede suas necessidades não é tão absurdo de se ver hoje em dia. Mas lembram quando um drive de 80MB era um dispositivo de luxo e o drive de 1GB era extremamente espaçoso?
3. Ouvir o sinal de ocupado
Graças aos avanços na tecnologia de correio de voz e chamadas em espera, raramente você escuta esse irritante som.
4. Ir a encontros ‘às escuras’
Serviços como Google, sites de encontros e redes sociais tornaram mais fácil conhecer virtualmente uma pessoa antes de decidir encontrá-la na vida real. Muitos, inclusive, se relacionam melhor no mundo virtual.
5. Ter 18 anos para acessar conteúdo impróprio
Pode parecer insano, mas antigamente um jovem precisava ter 18 anos para colocar as mãos em materiais de cunho sexual – era isso ou então ter algum irmão mais velho que ajudasse. Ou um amigo com um irmão mais velho. Ou até mesmo um pai que guardasse não muito bem sua coleção de revistas. Hoje em dia basta apenas ter acesso a internet e pronto, qualquer um pode ver e assistir o que quiser. Não que isso seja uma coisa boa, é bom que se diga.
6. Bate-papo com o SysOp
O SysOp – acrônimo em inglês para operador do sistema – uma figura de poder que começou na década de 1970 e continuou até meados da década de 1990.
Como criador e influente do sistema de computação BBS (do inglês Bulletin Board System), o SysOp formou uma geração de usuários que iniciou a era eletrônica de sistemas de comunicação pré-internet. Era possível conversar com visitantes, manter o sistema rodando corretamente e ocasionalmente desconectar alguém que está conectado há certo tempo, ou fazendo algo que não deveria.
7. Pagar por chamadas de longa distância
Antigamente as tarifas por minuto para chamadas de longa distância eram extremamente abusivas. Hoje, a telefonia fixa está bem mais barata (local e de longa distância) e ainda existe a opão do telefone celular, com a cobertura nacional das operadoras e, claro, as chamadas de voz pelo computador, pelo qual não se paga nada.
8. Recepção de sinal de TV com ruídos
O sinal da TV digital no Brasil ainda não chega a todos os lugares. Mas para aqueles já contemplados pela cobertura e que possuem um decodificador (set-top-box), a qualidade da imagem captada não deixa saudade alguma do tempo em que se colocava esponja de aço na antena interna para melhor o sinal da TV.
9. O som de uma conexão moderna
Quem nunca precisou abafar o som que os modem de 56 kbps faziam para se conectar com o provedor sem que alguém soubesse? Ou simplesmente se irritava com a barulhenta conexão? Ainda bem que esses são tempos idos, pelo menos para muitos usuários que não usam mais linha discada.
10. Fotografar com Polaroids
A Polaroid planeja encerrar as vendas de seus filmes instantâneos até o final deste ano. Essa será um perda dolorosa, sem dúvidas. Era divertido ver a imagem surgir em frente aos seus olhos. E desaparecer com o passar dos anos, para desespero de todo mundo já que não havia negativo para imprimir novamente.
11. Aguardar para revelar as fotos
Embora as câmeras analógicas ainda não tenham desaparecido, as vantagens das imagens digitais – entre tantas, a possibilidade de ver na hora a foto feita e até descartá-la se não gostar, sem custo extra – certamente fizeram com que diminuísse o interesse pelas câmeras tradicionais.
12. Datilografar em máquina de escrever
A palavra datilografar por si só já perdeu espaço para a digitação. Embora os saudosistas lembrem com certa felicidade do som das teclas das máquinas de escrever, hoje em dia alguns jovens nem sabem o que foi essa máquina. Mas algumas ainda estão em atividade em departamentos do governo que se recusam a evoluir tecnologicamente (delegacias, cartórios, só para citar alguns).
13. Remover papel de impressoras matriciais
Nascida em 1970, as impressoras matriciais entregaram impressões de baixa qualidade por quase duas décadas, até que a tecnologia a jato de tinta oferecesse uma alternativa visual melhor.
Essas impressoras matriciais serão sempre lembradas por serem barulhentas, por ‘engolirem’ os papéis e por serem lentas. Além, claro, da necessidade de alinhar corretamente o papel e depois ter que destacar as tiras nas laterais do mesmo.
14. Conhecer todos os canais da TV
Você tem 55 canais e nada de interessante? E que tal então 557 canais (e ainda sem nada interessante para ver)? Melhor então continuar com apenas a TV aberta e seus canais já mais que decorados. E não de pagar por eles.
15. Verificar a secretária eletrônica
Ainda é um dispositivo que alguns usam, mas somente quando a mesma já acompanha o telefone. Ou então usam a caixa postal da operadora de telefonia fixa ou móvel, que pode ser verificada de qualquer lugar, sem precisa chegar em casa para saber quem ligou. Mas um equipamento dedicado só para isso...
16. Ter privacidade
A constante monitoração do Google, as muitas formas de rastrear alguém via GPS e as redes sociais já estão mais do que presente em nossas vidas. E a privacidade tornou-se uma commodity rara e preciosa dentro do mundo 2.0.
17. Mixar uma fita cassete para presentear alguém
Sites como o Muxtape.com e o Songza podem atender essa demanda, mas a arte de elaborar uma fita cassete personalizada parece que não existe mais faz tempo.
É uma pena, pois nunca deixou de ser um presente criativo.
18. Usar relógico com calculadora
Considerado o relógio dos nerds, muitos queriam ter um para usar nas provas da escola. Sem dúvida um acessório interessante e bastante nostálgico.
19. Anúncios (quase semprede cunho sexual) em jornais e orelhões
Esses números podem ainda existir, mas o sexo virtual e os serviços (como mensagens, imagens e vídeos) para celular tomaram seu lugar no mundo 2.0.
20. Usar telefone público
Em um país onde existem 160 milhões de celulares em circulação, é de se compreender que pouca gente ainda use o famigerado orelhão. Ele ainda é útil, mas cada vez mais perde espaço.
21. Discar em um telefone com disco giratório
A facilidade de discar em um teclado com botões fez os telefones com disco (daí o verbo 'discar') giratório desaparecerem, embora ainda possam ser encontrados como artigo raro ou até mesmo como um produto novo, nessa onda de lançamentos retrô. Ou usados como plug-ins em alguns celulares.
22. Armazenar dados em disquete
Um disco com capacidade de 1.44MB? Hoje em dia poderia ser piada, mas os disquetes foram durante muito tempo a melhor opção de armazenagem.
Atualmente pouquíssimos PCs estão saindo de fábrica com drive para disquete, como resultado a era do prompt A:\ está quase no fim.
23. Iniciar via comando C:\ Prompt
As primeiras gerações dos computadores iniciavam através de comandos digitados no DOS. Quem lembra, até sente falta. Quem tinha o Windows 3.1 (bem mais tarde), deveria digitar "win" e teclar enter...
24. Escrever em um antigo editor de texto
Escrever em uma tela azul com letras brancas não deve soar interessante para ninguém, ainda mais depois que já nos acostumamos com o mundo do Microsoft Office. Esse era o mundo do Wordstar.
25. Ter um telefone móvel anexado ao carro
Um hábito muito comum nos Estados Unidos (e entre a elite no Brasil) era ter um telefone móvel (na época os celulares ainda eram grandes e pesados) dentro do carro. Hoje em dia, o que se vê são cada vez mais pessoas dirigindo com fone de ouvido que se conecta ao celular via Bluetooth. Muito mais prático, não? Prático, mas proibido por lei.
26. Assistir a filmes no videocassete
Quem nunca teve que brigar com o videocassete para ajustar o famigerado tracking para obter uma imagem melhor da fita VHS? Há quem ainda resista a esse antigo formato, mas é fato que muito em breve todos já terão digitalizado o conteúdo das fitas VHS para o DVD. Ou Blu-ray.
27. Acender um isqueiro durante um show
Luzes baixas, estádio lotado e sua banda favorita tocando aquela música balada. Sua reação? Ascender um isqueiro e acompanhar a multidão na cantoria.
Mas agora a ‘moda’ é usar o celular para iluminar. Ou então um aplicativo para celular que imita um isqueiro. Pode ser mais seguro, mas não traz a mesma emoção.
28. Assistir a um filme em LD (Laser Disc)
A prova de que quase ninguém assistia a filmes em laser discs é que hoje existem 5282 entradas de posts no eBay de pessoas tentando vender seus LDs. Fato é que esta tecnologia está completamente obsoleta.
29. Seguir a gramática e a pontuação
As redes sociais e os mensageiros instantâneos modificaram a forma como escrevemos. Mesmo e-mails estão sofrendo desse mal, das abreviações e criações de novas gírias. O Professor Pasquale deve estar chorando a uma altura dessas, naum eh miguxu? \o/
30. Carros novos com acendedor de cigarro
Acendedores de cigarros embutidos no carro estão perdendo espaço entre os fabricantes de automóveis. Na verdade, a maioria dos carros novos está saindo de fábrica sem o acessório (acendedor propriamente dito), dedicando o espaço para os carregadores de celular.
31. Trocar uma lâmpada incandescente
Cada vez mais e mais nações estão se despedindo das tradicionais lâmpadas incandescentes (para quem não sabe o que é, pense na imagem que representa uma ideia...) e encorajando seus cidadãos a usar fontes de luz mais ecologicamente corretas, como as lâmpadas fluorescentes que chegam a durar até 10 vezes mais.
32. Usar um monitor de tubo
O mesmo acontece com os televisores. Quem ainda não tem um monitor de plasma ou LCD, provavelmente está desesperado para comprar um. Os modelos de tubo não farão falta quando sumirem de vez.
33. Escutar música em um walkman
A maior dificuldade era encontrar aquela música favorita entre tantas, apenas rebobinando e avançando a fita. Você pode tentar rebobinar a fita cassete, mas o tempo de vida delas está cada vez mais com os dias contados. E para economizar a pilha, rebobinava a fita usando uma caneta.
34. Visitar uma loja de música para comprar CDs
Lojas de música estão cada vez mais difíceis de encontrar. Esperamos que as que estão por aí aguentem firme. Perdê-las poderá deixar um vazio cultural enorme e que o iTunes não está preparado para preencher.
35. Receber um CD da AOL ou de outros provedores na correspondência
Já parou para pensar em quantos CDs já recebeu em sua casa oferecendo pro vedores de acesso? E você não está sozinho.
Mas essa pergunta parece não ter resposta, visto que a ação de marketing, especialmente da AOL, parecia não ter fim.
O problema foi encontrar solução para livrar-se daquele ‘lixo’ todo. (Dica: você pode criar uma cortina de CDs ou até mesmo fazer de porta-copo.)
36. Procurar um telefone na agenda de papel
Ainda é possível encontrá-las, mas definitivamente elas já tiveram seus dias de glória. A influência da web, de serviços de busca de telefone pelas operadoras de telefonia fixa e serviços online das operadoras de celular para armazenar os contatos do chip GSM, facilitaram ainda mais a vida do usuário. Além disso, é ecologicamente correto não usar mais agenda de papel.
37. Usar papel carbono para fazer cópias
Muitos daqueles que já passaram dos 40 anos de idade devem ter usado o papelo carbono para fazer cópias de trabalhos escolares, como mapas, por exemplo. O uso deste processo atualmente está restrito a quem emite notas fiscais manualmente, já que os impressores fiscais utilizam papeis NCR (no carbon required).
38. Enviar documentos por Fax
Por que fax, se você pode enviar como anexo? Especialmente agora que a maioria dos documentos é criado em computador, o facsimile muito em breve será abandonado pelas empresas (as únicas que ainda apoiam seu uso), usado para envio de comprovantes ou documentos feitos a mão.
39. Volume alto no seu micro-system
Seu iPod pode parecer legal, mas você consegue carregá-lo sobre os ombros e escutar música bem alto? O micro-system portátil teve seu auge na década de 1980, juntamente com cabelos compridos, jeans de cor lavada e coreografias de dança no mínimo estranhas.
E embora ainda existam versões mais atuais desses aparelhos, dificilmente você irá encontrar quem carregue um desse de um lado para o outro para ouvir música.
40. Dar atenção total a alguém durante uma conversa
Ah, conversar sem mensagens de textos simultâneas, recados no Orkut ou tweets é algo tão 2008.
14-08-2009
São itens que fazem parte da vida diária das pessoas e que, aos poucos, são substituídos por outros. Que também vão perecer.
Quando estiver lendo essa matéria, a internet poderá estar obsoleta. Ok, talvez seja exagero, mas nunca se sabe. Com a veloz evolução da tecnologia, ninguém consegue prever com certeza o que poderá ocorrer em seguida. Porém, o ciclo da vida tecnológica continua: enquanto um novo produto high-tech é lançado, algum outro produto vai sendo eliminado - é a lei da selva.
Algumas vezes a perda é uma boa coisa – afinal, quem ainda gosta de imagens na TV com ruídos? – mas antigamente a despedida trazia sentimentos ruins. Para isso fizemos uma lista com 40 itens, sentre serviços e produtos, que estão rapidamente se aproximando da extinção. Alguns inclusive já nem existem mais.
1. Jogar videogame em um Fliperama
Uma das atividades favoritas dos geeks espalhados pelo mundo era jogar fliperama, que começou a decair em meados da década de 1990.
Algumas máquinas de fliperama sobreviveram, mas as antigas competições e a intensa busca por esses jogos já não existem mais.
E é fácil entender o porquê: o avanço dos sistemas de jogos permitiu que você vivesse a mesma ação do fliperama em casa.
2. Capacidade do disco rígido
Com drives com espaço de armazenamento atingindo os terabytes, ter um dispositivo desse que excede suas necessidades não é tão absurdo de se ver hoje em dia. Mas lembram quando um drive de 80MB era um dispositivo de luxo e o drive de 1GB era extremamente espaçoso?
3. Ouvir o sinal de ocupado
Graças aos avanços na tecnologia de correio de voz e chamadas em espera, raramente você escuta esse irritante som.
4. Ir a encontros ‘às escuras’
Serviços como Google, sites de encontros e redes sociais tornaram mais fácil conhecer virtualmente uma pessoa antes de decidir encontrá-la na vida real. Muitos, inclusive, se relacionam melhor no mundo virtual.
5. Ter 18 anos para acessar conteúdo impróprio
Pode parecer insano, mas antigamente um jovem precisava ter 18 anos para colocar as mãos em materiais de cunho sexual – era isso ou então ter algum irmão mais velho que ajudasse. Ou um amigo com um irmão mais velho. Ou até mesmo um pai que guardasse não muito bem sua coleção de revistas. Hoje em dia basta apenas ter acesso a internet e pronto, qualquer um pode ver e assistir o que quiser. Não que isso seja uma coisa boa, é bom que se diga.
6. Bate-papo com o SysOp
O SysOp – acrônimo em inglês para operador do sistema – uma figura de poder que começou na década de 1970 e continuou até meados da década de 1990.
Como criador e influente do sistema de computação BBS (do inglês Bulletin Board System), o SysOp formou uma geração de usuários que iniciou a era eletrônica de sistemas de comunicação pré-internet. Era possível conversar com visitantes, manter o sistema rodando corretamente e ocasionalmente desconectar alguém que está conectado há certo tempo, ou fazendo algo que não deveria.
7. Pagar por chamadas de longa distância
Antigamente as tarifas por minuto para chamadas de longa distância eram extremamente abusivas. Hoje, a telefonia fixa está bem mais barata (local e de longa distância) e ainda existe a opão do telefone celular, com a cobertura nacional das operadoras e, claro, as chamadas de voz pelo computador, pelo qual não se paga nada.
8. Recepção de sinal de TV com ruídos
O sinal da TV digital no Brasil ainda não chega a todos os lugares. Mas para aqueles já contemplados pela cobertura e que possuem um decodificador (set-top-box), a qualidade da imagem captada não deixa saudade alguma do tempo em que se colocava esponja de aço na antena interna para melhor o sinal da TV.
9. O som de uma conexão moderna
Quem nunca precisou abafar o som que os modem de 56 kbps faziam para se conectar com o provedor sem que alguém soubesse? Ou simplesmente se irritava com a barulhenta conexão? Ainda bem que esses são tempos idos, pelo menos para muitos usuários que não usam mais linha discada.
10. Fotografar com Polaroids
A Polaroid planeja encerrar as vendas de seus filmes instantâneos até o final deste ano. Essa será um perda dolorosa, sem dúvidas. Era divertido ver a imagem surgir em frente aos seus olhos. E desaparecer com o passar dos anos, para desespero de todo mundo já que não havia negativo para imprimir novamente.
11. Aguardar para revelar as fotos
Embora as câmeras analógicas ainda não tenham desaparecido, as vantagens das imagens digitais – entre tantas, a possibilidade de ver na hora a foto feita e até descartá-la se não gostar, sem custo extra – certamente fizeram com que diminuísse o interesse pelas câmeras tradicionais.
12. Datilografar em máquina de escrever
A palavra datilografar por si só já perdeu espaço para a digitação. Embora os saudosistas lembrem com certa felicidade do som das teclas das máquinas de escrever, hoje em dia alguns jovens nem sabem o que foi essa máquina. Mas algumas ainda estão em atividade em departamentos do governo que se recusam a evoluir tecnologicamente (delegacias, cartórios, só para citar alguns).
13. Remover papel de impressoras matriciais
Nascida em 1970, as impressoras matriciais entregaram impressões de baixa qualidade por quase duas décadas, até que a tecnologia a jato de tinta oferecesse uma alternativa visual melhor.
Essas impressoras matriciais serão sempre lembradas por serem barulhentas, por ‘engolirem’ os papéis e por serem lentas. Além, claro, da necessidade de alinhar corretamente o papel e depois ter que destacar as tiras nas laterais do mesmo.
14. Conhecer todos os canais da TV
Você tem 55 canais e nada de interessante? E que tal então 557 canais (e ainda sem nada interessante para ver)? Melhor então continuar com apenas a TV aberta e seus canais já mais que decorados. E não de pagar por eles.
15. Verificar a secretária eletrônica
Ainda é um dispositivo que alguns usam, mas somente quando a mesma já acompanha o telefone. Ou então usam a caixa postal da operadora de telefonia fixa ou móvel, que pode ser verificada de qualquer lugar, sem precisa chegar em casa para saber quem ligou. Mas um equipamento dedicado só para isso...
16. Ter privacidade
A constante monitoração do Google, as muitas formas de rastrear alguém via GPS e as redes sociais já estão mais do que presente em nossas vidas. E a privacidade tornou-se uma commodity rara e preciosa dentro do mundo 2.0.
17. Mixar uma fita cassete para presentear alguém
Sites como o Muxtape.com e o Songza podem atender essa demanda, mas a arte de elaborar uma fita cassete personalizada parece que não existe mais faz tempo.
É uma pena, pois nunca deixou de ser um presente criativo.
18. Usar relógico com calculadora
Considerado o relógio dos nerds, muitos queriam ter um para usar nas provas da escola. Sem dúvida um acessório interessante e bastante nostálgico.
19. Anúncios (quase semprede cunho sexual) em jornais e orelhões
Esses números podem ainda existir, mas o sexo virtual e os serviços (como mensagens, imagens e vídeos) para celular tomaram seu lugar no mundo 2.0.
20. Usar telefone público
Em um país onde existem 160 milhões de celulares em circulação, é de se compreender que pouca gente ainda use o famigerado orelhão. Ele ainda é útil, mas cada vez mais perde espaço.
21. Discar em um telefone com disco giratório
A facilidade de discar em um teclado com botões fez os telefones com disco (daí o verbo 'discar') giratório desaparecerem, embora ainda possam ser encontrados como artigo raro ou até mesmo como um produto novo, nessa onda de lançamentos retrô. Ou usados como plug-ins em alguns celulares.
22. Armazenar dados em disquete
Um disco com capacidade de 1.44MB? Hoje em dia poderia ser piada, mas os disquetes foram durante muito tempo a melhor opção de armazenagem.
Atualmente pouquíssimos PCs estão saindo de fábrica com drive para disquete, como resultado a era do prompt A:\ está quase no fim.
23. Iniciar via comando C:\ Prompt
As primeiras gerações dos computadores iniciavam através de comandos digitados no DOS. Quem lembra, até sente falta. Quem tinha o Windows 3.1 (bem mais tarde), deveria digitar "win" e teclar enter...
24. Escrever em um antigo editor de texto
Escrever em uma tela azul com letras brancas não deve soar interessante para ninguém, ainda mais depois que já nos acostumamos com o mundo do Microsoft Office. Esse era o mundo do Wordstar.
25. Ter um telefone móvel anexado ao carro
Um hábito muito comum nos Estados Unidos (e entre a elite no Brasil) era ter um telefone móvel (na época os celulares ainda eram grandes e pesados) dentro do carro. Hoje em dia, o que se vê são cada vez mais pessoas dirigindo com fone de ouvido que se conecta ao celular via Bluetooth. Muito mais prático, não? Prático, mas proibido por lei.
26. Assistir a filmes no videocassete
Quem nunca teve que brigar com o videocassete para ajustar o famigerado tracking para obter uma imagem melhor da fita VHS? Há quem ainda resista a esse antigo formato, mas é fato que muito em breve todos já terão digitalizado o conteúdo das fitas VHS para o DVD. Ou Blu-ray.
27. Acender um isqueiro durante um show
Luzes baixas, estádio lotado e sua banda favorita tocando aquela música balada. Sua reação? Ascender um isqueiro e acompanhar a multidão na cantoria.
Mas agora a ‘moda’ é usar o celular para iluminar. Ou então um aplicativo para celular que imita um isqueiro. Pode ser mais seguro, mas não traz a mesma emoção.
28. Assistir a um filme em LD (Laser Disc)
A prova de que quase ninguém assistia a filmes em laser discs é que hoje existem 5282 entradas de posts no eBay de pessoas tentando vender seus LDs. Fato é que esta tecnologia está completamente obsoleta.
29. Seguir a gramática e a pontuação
As redes sociais e os mensageiros instantâneos modificaram a forma como escrevemos. Mesmo e-mails estão sofrendo desse mal, das abreviações e criações de novas gírias. O Professor Pasquale deve estar chorando a uma altura dessas, naum eh miguxu? \o/
30. Carros novos com acendedor de cigarro
Acendedores de cigarros embutidos no carro estão perdendo espaço entre os fabricantes de automóveis. Na verdade, a maioria dos carros novos está saindo de fábrica sem o acessório (acendedor propriamente dito), dedicando o espaço para os carregadores de celular.
31. Trocar uma lâmpada incandescente
Cada vez mais e mais nações estão se despedindo das tradicionais lâmpadas incandescentes (para quem não sabe o que é, pense na imagem que representa uma ideia...) e encorajando seus cidadãos a usar fontes de luz mais ecologicamente corretas, como as lâmpadas fluorescentes que chegam a durar até 10 vezes mais.
32. Usar um monitor de tubo
O mesmo acontece com os televisores. Quem ainda não tem um monitor de plasma ou LCD, provavelmente está desesperado para comprar um. Os modelos de tubo não farão falta quando sumirem de vez.
33. Escutar música em um walkman
A maior dificuldade era encontrar aquela música favorita entre tantas, apenas rebobinando e avançando a fita. Você pode tentar rebobinar a fita cassete, mas o tempo de vida delas está cada vez mais com os dias contados. E para economizar a pilha, rebobinava a fita usando uma caneta.
34. Visitar uma loja de música para comprar CDs
Lojas de música estão cada vez mais difíceis de encontrar. Esperamos que as que estão por aí aguentem firme. Perdê-las poderá deixar um vazio cultural enorme e que o iTunes não está preparado para preencher.
35. Receber um CD da AOL ou de outros provedores na correspondência
Já parou para pensar em quantos CDs já recebeu em sua casa oferecendo pro vedores de acesso? E você não está sozinho.
Mas essa pergunta parece não ter resposta, visto que a ação de marketing, especialmente da AOL, parecia não ter fim.
O problema foi encontrar solução para livrar-se daquele ‘lixo’ todo. (Dica: você pode criar uma cortina de CDs ou até mesmo fazer de porta-copo.)
36. Procurar um telefone na agenda de papel
Ainda é possível encontrá-las, mas definitivamente elas já tiveram seus dias de glória. A influência da web, de serviços de busca de telefone pelas operadoras de telefonia fixa e serviços online das operadoras de celular para armazenar os contatos do chip GSM, facilitaram ainda mais a vida do usuário. Além disso, é ecologicamente correto não usar mais agenda de papel.
37. Usar papel carbono para fazer cópias
Muitos daqueles que já passaram dos 40 anos de idade devem ter usado o papelo carbono para fazer cópias de trabalhos escolares, como mapas, por exemplo. O uso deste processo atualmente está restrito a quem emite notas fiscais manualmente, já que os impressores fiscais utilizam papeis NCR (no carbon required).
38. Enviar documentos por Fax
Por que fax, se você pode enviar como anexo? Especialmente agora que a maioria dos documentos é criado em computador, o facsimile muito em breve será abandonado pelas empresas (as únicas que ainda apoiam seu uso), usado para envio de comprovantes ou documentos feitos a mão.
39. Volume alto no seu micro-system
Seu iPod pode parecer legal, mas você consegue carregá-lo sobre os ombros e escutar música bem alto? O micro-system portátil teve seu auge na década de 1980, juntamente com cabelos compridos, jeans de cor lavada e coreografias de dança no mínimo estranhas.
E embora ainda existam versões mais atuais desses aparelhos, dificilmente você irá encontrar quem carregue um desse de um lado para o outro para ouvir música.
40. Dar atenção total a alguém durante uma conversa
Ah, conversar sem mensagens de textos simultâneas, recados no Orkut ou tweets é algo tão 2008.
13/08/2009
Morre Les Paul aos 94 anos

LOS ANGELES (Reuters) - O lendário guitarrista e inventor Les Paul, precursor das guitarras elétricas que levam seu nome, morreu na quinta-feira num hospital de Nova York, vítima de pneumonia, aos 94 anos.
Ainda há poucos meses esse ícone do rock se apresentava regularmente numa boate de Nova York, mas ultimamente "entrava e saía do hospital", segundo seu advogado Michael Braunstein. "Ele foi uma pessoa histórica. Certamente deixou sua marca aqui na Terra e tinha muitíssimos amigos."
Paul e sua esposa, Mary Ford, emplacaram vários hits nas décadas de 1940 e 50, como "Mockin' Bird Hill" e "How High the Moon", que já apresentava algumas inovações fonográficas de Paul, como as faixas em múltiplas camadas.
Em 1941, Paul criou uma das primeiras guitarras elétricas de corpo sólido, mas levou quase dez anos para aperfeiçoá-la, como funcionário da Gibson Guitar Corp.. Lançada em 1952, a Les Paul Goldtop se tornou uma sensação instantânea e ainda influencia a música, especialmente o rock.
Nos anos seguintes, a Gibson lançou, também de Paul, a Black Beauty, a Les Paul Custom, a Les Paul Junior e, em 1958, a Les Paul Standard, com seu captador "humbucker" e o design "sunburst", que continuam iguais há quase 50 anos.
O guitarrista norte-americano Joe Satriani disse que Paul foi "o 'guitar hero' original, e a mais gentil das almas". Slash, ex-Guns N'Roses, afirmou que Paul era seu amigo e mentor, "um dos seres humanos mais estelares que já conheci".
TRAJETÓRIA
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Nascido Lester William Polsfuss, em Waukesha, Wisconsin, Paul começou a tocar em bares e "music-halls" a partir dos 13 anos. Deixou a escola aos 17, para tocar numa banda de Saint Louis, Missouri.
No final da década de 1930, formou seu primeiro trio, se mudou para Nova York e virou astro nacional do rádio.
No começo dos anos 40, começou a se aventurar na eletrônica e na amplificação, porque não gostava do timbre e da reverberação dos violões com corpo oco.
"O que eu queria era amplificar a vibração pura da corda, sem a ressonância da madeira se envolvendo no som", disse Paul certa vez, segundo nota divulgada pela Gibson. Ele também foi responsável por mudanças nas técnicas de gravação.
Em suas experiências, levou um choque que quase o matou. Em 1948, um acidente de carro esmagou parte do seu braço direito, mas ele pediu aos médicos que fizessem o gesso numa posição que lhe permitisse continuar tocando.
Com a popularização do rock, no final da década de 1950, a carreira fonográfica dele e de Mary Ford começou a decair, e um programa de TV mantido por eles durante sete anos foi tirado do ar em 1960. O casal se divorciou em 1964.
Em 1977, ele e o guitarrista Chet Atkins lançaram um disco premiado com o Grammy, prêmio que ele voltaria a receber em 2005 por um álbum com convidados ilustres, como Buddy Guy, Eric Clapton e Keith Richards.
Paul é a única pessoa a ter sido incluída nos Halls da Fama do Grammy, do Rock, dos Inventores dos EUA e dos Artistas de TV dos EUA. Deixa quatro filhos, cinco netos e cinco bisnetos. O enterro será em Nova York.
07/04/2009
10 coisas que você precisa saber antes do show do Kiss

03.04.09 08:04 pm
Depois de um hiato de 10 anos, a renomada banda norte-americana volta a se apresentar em terras brasileiras. Dessa vez, o Kiss passa por São Paulo no dia 7 e, no Rio de Janeiro, em 8 de abril.
1. Que Gene Simmons é judeu, todo mundo está careca de saber. Mas nem todo mundo sabe que Eugene Klein (seu nome verdadeiro após se mudar para os EUA) nasceu em Haifa, Israel, em 1949, foi batizado Chaim Witzem, e se mudou para Nova York aos 8 anos com sua mãe, Florence Klein, e seu tio Larry Klein, os únicos membros de sua família que sobreviveram ao holocausto. Seu pai, Feri Witz, não os acompanhou na mudança.
1. Que Gene Simmons é judeu, todo mundo está careca de saber. Mas nem todo mundo sabe que Eugene Klein (seu nome verdadeiro após se mudar para os EUA) nasceu em Haifa, Israel, em 1949, foi batizado Chaim Witzem, e se mudou para Nova York aos 8 anos com sua mãe, Florence Klein, e seu tio Larry Klein, os únicos membros de sua família que sobreviveram ao holocausto. Seu pai, Feri Witz, não os acompanhou na mudança.
2. Todo o perrengue que Gene passou na infância, com sua mãe trabalhando em dois empregos, despertou a ambição para se dar bem na vida.
3. Quando ainda tocava com as bandas Lynx, The Missing Links e The Long Island Sounds, na fase pré-Kiss, Gene fazia vários bicos como vender fanzines e troca de revistinhas usadas.
4. O nome de batismo de Paul Stanley era Stanley Eisen. Ele nasceu com microtia, uma má formação congênita da orelha, o que o encorajou na vida adulta a se tornar o embaixador da AboutFace, uma organização de caridade em prol das pessoas com defeitos faciais.
5. Mas os problemas médicos de Paul não param por aí. Ele sofre de uma degeneração dos quadris, tendo sofrido duas cirurgias de reparo, uma delas em outubro de 2004, após a "Rock Nation Tour", e a outra em dezembro de 2004, em decorrência de complicações da primeira. Ele ainda corre risco de ter que fazer uma terceira.
6. Peter Cris, apesar de não fazer mais parte do Kiss, é considerado pelos fãs o verdadeiro baterista da banda. Nascido George Peter John Criscuola, é o mais velho dos cinco filhos de Joseph e Loretta Criscuola. Quando jovem, era aficionado por jazz.
7. Ace Frehley também não se encontra mais entre os membros atuais do Kiss, mas também é considerado o verdadeiro guitarrista da banda. Descendente de holandeses e alemães, Ace era o caçula de três filhos de Carl Daniel Frehley e Esther Anna Hecht. Quando jovem, Ace fazia parte de uma gangue de rua de Nova York, chamada The Duckies, e começou a tocar guitarra aos 13 anos.
8. Erick Singer assumiu as baquetas no lugar de Peter Cris e já se apresentou ao lado de grandes nomes do rock como Alice Cooper. Nos últimos 20 anos ele tocou bateria em mais de 50 álbuns.
9. Tommy Thayer assumiu a guitarra solo do Kiss após Ace Frehley debandar. Foi descoberto pelo próprio Kiss ao fazer parte de uma banda tributo, chamada Cold Gin. Foi copiando que conseguiu fazer parte do original. Começou debaixo, como assistente de Gene Simmons, fazendo café e levando as roupas pra lavanderia, e acabou como guitarrista.
10. Existe um mito aqui no Brasil que afirma que o Kiss se inspirou nos Secos & Molhados para compor seu visual de maquiagens. Na verdade, isso foi uma lenda criada por Ney Matogrosso em uma entrevista, pois na época (1973) que o cantor brasileiro alega que o Kiss viu a foto dos Secos & Molhados publicada na revista norte-americana Billboard, o Kiss já experimentava com maquiagem desde 1972.
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